Uma greve de quase um ano nas operações de níquel da Vale no Canadá - a Inco - chegou ao fim na sexta-feira, com a aprovação dos novos acordos coletivos acertados com a United Steelworkers (USW), o sindicato que representa os trabalhadores das unidades de Sudbury e Port Colborne, em Ontário. Leia mais no IHU
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Funcionários da Vale no Canadá aprovam acordo e encerram greve Uma greve de quase um ano nas operações de níquel da Vale no Canadá - a Inco
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Postado por rogerio almeida às 7/12/2010 05:48:00 PM 1 comentários
quinta-feira, 4 de março de 2010
Vale - Inco/Canadá- faz sete meses que operários da Vale estão em greve

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Postado por rogerio almeida às 3/04/2010 01:39:00 AM 0 comentários
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Vale: operários do Canadá entram na sétima semana de greve
Atualmente os trabalhadores recebem um bônus dependendo do preço do níquel no mercado.
No mercado a demanda e o preço do níquel estão em alta. A paralisação já compromete o cumprimento de contratos por parte da Vale.
Trabalhadores dizem que a mina é altamente rentável, e que durante os últimos dois anos faturou $4 bi.
O sindicato avalia que o governo do Canadá deveria proteger seus cidadãos contra as ameaças da Vale.
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Postado por rogerio almeida às 10/14/2009 08:11:00 AM 0 comentários
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Operários da Vale no Canadá estão em greve há sete meses
O movimento sindical de Campo Grande, no Rio de Janeiro, em encontro realizado no início do mês aprovou uma nota de solidariedade aos trabalhadores canadenses.
E ao mesmo tempo aproveitou para denunciar que o empreendimento desenvolvido pela Vale na região tem impulsionado a destruição ambiental. A Vale desenvolve em Campo Grande um projeto junto com a ThyssenKruppa Companhia Siderúrgica Atlântico (TKCSA).
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Postado por rogerio almeida às 2/15/2010 05:02:00 PM 0 comentários
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Vale deve fechar refinaria no Canadá e demitir 500 operários
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Postado por rogerio almeida às 11/24/2010 12:27:00 PM 0 comentários
terça-feira, 20 de julho de 2010
Carajás – interesses da Vale pressionam territórios de camponeses e indígenas
Canaã dos Carajás
No século passado o regime de exceção (1964-1985) é considerado um marco histórico da integração da Amazônia ao resto do país. O estado foi consagrado como o principal indutor da economia que tem ainda hoje como matriz o extrativismo. E tem sido o extrativismo mineral que inseriu o Pará entre os estados que mais contribui para a formação do superávit primário do país.
O ciclo da mineração na Amazônia iniciado na década de 1950 na Serra do Navio, no Amapá, e que se aprofundou com a descoberta do ferro e outros minérios na região de Carajás, agora ganha outras nuances com a exploração mineral em outros municípios do Pará. Canaã dos Carajás, Paragominas, São Félix do Xingu, Ourilândia do Norte, Xinguara e Juruti são alguns deles.
O aprofundamento do extrativismo mineral dialoga com outros projetos, como a produção de energia e transporte. Eles configuram eixos de desenvolvimento que norteiam a ação do planejamento do governo federal. O modelo coloca no primeiro plano a disputa pelo território e as riquezas naturais existentes.
Estão em oposição grandes corporações do capital nacional e internacional que gozam do financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e as populações locais consideradas tradicionais, como camponeses, extrativistas, pescadores, quilombolas e indígenas. Vale, Alcoa, MMX estão entre as empresas mineradoras. Entre as construtoras de hidrelétricas tem-se, entre outras: Camargo Correa, Alcoa e Tractebel Suez. Sem falar da própria Vale e Alcoa.
Carajás - tensões na disputa pelo território - 21 municípios do Pará estão entre os cem que mais desmatam na Amazônia. Dessas duas dezenas de cidades, 19 estão no sudeste do Pará, que além da mina de Carajás abriga o pólo siderúrgico. Boa parte desses municípios que ocupa linha de frente em desmatamento também lidera o ranking de violência. Somente no primeiro semestre de 2010 cerca de 300 pessoas foram assassinadas de forma violenta no sul e sudeste do Pará.
Os estudos foram realizados através do Projeto Prodes – Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite/2007. Uma outra questão, esta de ordem trabalhista, reside em índices recordes de ações contra a Vale no município de Parauapebas. A região também lidera o ranking de trabalho escravo em fazendas e carvoarias.
É a mineradora, por conta do poder econômico, controle de tecnologia de ponta, além das relações políticas em diferentes níveis de poder, que tem estruturado e reestruturado o território na região de Carajás. É ela que pressiona áreas de projetos de assentamento da reforma agrária e áreas indígenas, e tem induzido a remodelação das cidades, há exemplo do que ocorre em Marabá.
O município considerado pólo da região passa por alterações em sua geografia. Registra inúmeras ocupações, loteamentos, ampliação de vias consideradas estratégicas, como a duplicação da ponte sobre o rio Tocantins, duplicação de parte da Transamazônica que corta a cidade, ampliação do pólo industrial com a construção da indústria Aços Laminados do Pará (ALPA). A empresa que será movida a carvão mineral deverá produzir 2,5Mt/ano de aço plano, na forma de placas e bobinas. O município registra ainda o fenômeno da proliferação da construção de inúmeras vilas de kitnet para atender a demanda de operários e migrantes.
A mineração da Vale encontra-se em expansão. Tal ampliação tem implicado incremento da infra-estrutura de transporte multimodal para escoar a produção. A ferrovia de Carajás terá a duplicação de 600 km do total de 800. Tem-se ainda a efetivação da hidrovia do Araguaia-Tocantins, a construção de um porto em Marabá e ampliação do Porto do Itaqui em São Luís, Maranhão. E a construção de inúmeras Hidrelétricas na bacia do Araguaia-Tocantins, a exemplo da hidrelétrica de Estreito, na fronteira do Maranhão com o Tocantins, onde as mineradoras Vale e Alcoa são associadas da Camargo Corrêa e da Tractebel Suez.
Os territórios já efetivados são pressionados a cada novo projeto de mineração e construção de obras de infra-estrutura. O que implica em novas tensões. Na ferrovia de Carajás circula o maior trem do mundo, com 330 vagões e uma extensão de 3.500 metros com capacidade de carregar 40 mil toneladas de minério. Os números sempre são estratosféricos, assim como os problemas.
Ourilândia do Norte - O conflito norteia a realidade da região de Carajás, que às vésperas de cada eleição coloca a emancipação em pauta. Documentos sistematizados pelo Centro de Educação, Pesquisa e Assessoria Sindical e Popular (CEPASP) e a Comissão Pastoral da Terra (CPT), com sede em Marabá, descrevem situações de tensão entre empresas mineradoras e camponeses ns cidades de Canaã dos Carajás, Ourilândia do Norte, Curionópolis e Marabá. Os dados atestam que no município de Ourilândia do Norte, onde se explora níquel, lotes de famílias assentadas pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) foram adquiridos de forma ilegal desde 2003.
A Canico do Brasil Mineração Ltda, uma subsidiária da canadense INCO foi a primeira empresa que controlou as minas. Em seguida foi a Mineradora Onça Puma. A Vale adquiriu o direito da exploração de níquel no município em 2005. Somente num módulo de exploração a estimativa é de 57 mil toneladas de níquel por ano e investimento de 1,1 bilhão de dólares. A Vale adquiriu a INCO no ano da celebração da primeira década de privatização da mineradora.
Ao menos para a empresa, o empreendimento é considerado de excelente viabilidade econômica, ponderam especialistas em cadernos de economia dos principais jornais do país. O destino da produção é a Ásia. Além do município de Ourilândia do Norte o níquel incide em São Félix do Xingu e Parauapebas.
No caso de Ourilândia, os lotes envolvidos na compra ilegal pela Vale são provenientes dos projetos de assentamento Tucumã, Campos Altos e Santa Rita. Os dados indicam que pelo menos 80 foram negociados. Em seguida a empresa derruba as casas, plantações e outras benfeitorias. O documento denuncia que 20 mil pés de cacau financiados pelo Banco da Amazônia (BASA) para fins de reflorestamento foram destruídos.
A situação de conflito entre a empresa mineradora e assentados da reforma agrária resultou na fragilização da cadeia de produção de leite. A extração do minério tem poluído o rio Cateté, que corta a reserva indígena do povo Xikrin. No mesmo documento há a informação que pelo menos duas nascentes de água foram soterradas para a implantação do projeto.
Por conta da situação, na passagem de 2007 para 2008, o INCRA nacional criou uma comissão para avaliar a situação. O Ministério Público Federal indicou que o INCRA não tem competência para deferir ou indeferir a desafetação de áreas de interesse da Vale.
Conforme a assessoria da CPT, as tensões sobre os territórios de interesse da mineração ou para as obras de infra-estrutura estão configurando as principais demandas da instituição. Desde 2007 a CPT tem acompanhado a questão. No caso de Ourilândia do Norte, um acordo entre as partes envolvidas vai garantir o reassentamento de 20 famílias afetadas. Conforme o acordo, a Vale fica obrigada a construir casas, estradas vicinais, escolas, cemitérios e outras infra-estruturas.
A mineradora deve investir pelo menos 16 milhões. A metade do recurso será administrada por um fundo coletivo. E a outra metade distribuída entre as famílias. Para a assessoria jurídica trata-se de uma grande vitória, posto a resistência da Vale para sentar à mesa quando do início da mobilização dos trabalhadores rurais.
Canaã dos Carajás - integra área de atuação da Vale. Se na bíblia a terra seria a prometida para o povo de Deus, onde correria leite e mel em abundância, tal profecia soa mais coerente para os interesses da mega corporação, no caso do Pará.
A cidade nasceu como projeto de assentamento agrícola na década de 1980, quando da implantação do projeto Grande Carajás. No ano da privatização da Vale, 1997, o distrito foi emancipado da cidade de Parauapebas, que abriga a mina de ferro de Carajás.
A inquietação de militantes populares é o dia seguinte após o encerramento da extração mineral. A lógica do saque das riquezas naturais continua a mesma desde os tempos coloniais, avaliam.
O cobre é extraído da mina do Sossego. A estimativa de exploração da mina é de duas décadas. O projeto soma seis anos. Por ano a Vale extrai dois milhões de toneladas. Calcula-se que a mina tenha 244,7 milhões de toneladas de minério de cobre. A Vale investiu 1,2 bilhão de reais.
Já ocorreu uma primeira no dia 09 de julho. Agora as organizações deverão apresentar uma proposta de reassentamento das famílias. Batista Afonso, advogado da CPT, reflete que a terra foi conquistada com muita luta. Peleja que durou mais de duas décadas, e que é marcada por grandes enfrentamentos com pistoleiros, Estado e fazendeiros. E que não é justo a renúncia nem mesmo de um palmo de chão.
A garantia de reassentamento das famílias com as mesmas condições e infra-estrutura tem orientado a reivindicação das organizações populares. Afonso sublinha que a maioria é pobre. E que a pauta principal reside na efetivação das mesmas condições de reprodução econômica, política e social encontrada pela mineradora.
O advogado explica ainda que um outro ponto de tensão entre a Vale e camponeses recai no município de Marabá por conta da ALPA. Conforme informações do agente pastoral, a CPT conseguiu reverter a desapropriação de 41 famílias do projeto de assentamento Belo Vale. A localização do projeto de assentamento é considerada ótima para o escoamento da produção, próximo à Transamazônica.
Conforme dados sistematizados pela prestadora de assistência técnica rural, Coopserviços, o assentamento chega a faturar por ano um milhão e duzentos mil reais numa produção volumosa e diversificada. A produção envolve frutas, hortaliças, pequenos animais, mel, gado, leite e artesanato. Os projetos de assentamento rurais representam hoje cerca de 52% do território do sul e sudeste do Pará e aglutinam perto de 80 mil famílias.
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Postado por rogerio almeida às 7/20/2010 05:25:00 PM 0 comentários
domingo, 21 de março de 2010
Vale é alvo de greve e protestos no Canadá
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Postado por rogerio almeida às 3/21/2010 10:35:00 AM 0 comentários
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
TRABALHADORES (AS) PARALISAM MINERAÇÃO DA VALE
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Postado por rogerio almeida às 10/05/2011 11:55:00 AM 0 comentários
quarta-feira, 4 de março de 2009
Vale faz corte de 900 funcionários em sua operação global de níquel
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Postado por rogerio almeida às 3/04/2009 07:35:00 AM 0 comentários
domingo, 21 de março de 2010
Vale suspende tratamento de saúde de filho especial de sindicalista no Pará
O garoto necessita de tratamento em São Paulo, que realizava desde 2001. A informação do cancelamento do tratamento foi repassada pelo gerente de recursos humanos no dia 19 de março, apesar do parecer favorável da médica responsável. Santa Brígida tentou contato com o gerente de relações trabalhistas, e não obteve retorno.
O dirigente avalia que a suspensão do tratamento do filho é uma represália contra ele. Brigida vai encabeçar uma chapa no Sindicato dos Químicos de Barcarena, Pará. A eleição ocorrerá em maio.
Em 2007 a Vale cometeu práticas anti-sindicais em Barcarena. Dirigentes sindicais denunciaram que a Vale montou uma chapa e assediou funcionários.
A Vale foi a empresa que mais investiu em propaganda no país ano passado. No Pará é robusta a propaganda com apelo de responsabilidade social e ambiental.
Faz oito meses que sindicalistas do Canadá realizam greve na mineradora Inco da Vale, por conta de corte de direitos.
A Vale é segunda maior mineradora do mundo e as plantas industriais que fabricam alumina e alumínio em Barcarena passam por processo de aumento da produção.
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Postado por rogerio almeida às 3/21/2010 10:10:00 AM 4 comentários
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Vale/Canadá- operários permanecem em greve
Faz mais de 12 meses que operários da Inco/Vale estão
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Postado por rogerio almeida às 8/02/2010 01:14:00 PM 0 comentários
segunda-feira, 15 de março de 2010
Vale- a incomum pauta negativa
No Canadá, onde a Vale comprou a mineradora Inco, faz oito meses que operários estão em greve.
Em 2007 a mineradora foi acusada de interferir no processo de eleição do Sindicato dos Químicos no município de Barcarena, no Pará.
Um livro sobre saúde do trabalhador relata as condições de operários das fábricas de alumínio no mesmo município citado acima.
No município de Ourilândia do Norte, no sudeste do Pará, a Vale é acusada de expulsar camponeses.
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Postado por rogerio almeida às 3/15/2010 11:59:00 PM 0 comentários






