por Charles Trocate*
A mineração costuma ser apresentada como sinônimo de progresso, desenvolvimento
e geração de riqueza. Governos, empresas e setores econômicos repetem que a
extração mineral é indispensável para o crescimento do país e para a chamada
transição energética.
No entanto, para milhares de comunidades tradicionais, povos indígenas,
quilombolas, ribeirinhos, geraizeiros e assentados da reforma agrária, a
mineração tem significado algo muito diferente: perda de território, degradação
ambiental e restrição de direitos. O problema não se limita aos grandes
desastres que marcaram a história recente do país, como Mariana e Brumadinho
(MG). Leia a íntegra no site Comboio.






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