terça-feira, 8 de setembro de 2026

Amador, doutora Zélia, ancestralizou

 

 


 Amador, doutora Zélia, ancestralizou.   Em 2017, creio, junto com discentes de jornalismo Lilian Campelo e Daniel Leite Junior  do curso de jornalismo da Unama, unidade de Belém, realizamos um pequeno perfil sobre a professora e militante do movimento negro. 

O trabalho integra o volume I do projeto Arenas Amazônicas, denominado de negros, mulheres, periferia cultura e resistência. O livro pode ser baixado AQUI

Neste ano, atualizamos o perfil e fizemos um texto que acreditamos ser um ensaio. Ele também coteja informações sobre a sindicalista de Santarém, Ivete Bastos. O trabalho foi finalista do concurso Margarida Alves.

Faz poucos dias a UFPA assentou um baobá em homenagem à longa jornada da educadora. Veja AQUI

A ventania Zélia emprenhou o solo do Pará e além riomar de  sementes insubordinações.  Oxalá, que a terra lhe seja leve!!!

 

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