A Revista Ciências da Sociedade,
do ICS, não passa de uma ilustre desconhecida entre os discentes de graduação,
e, mesmo entre os de pós-graduação. A derradeira edição data de 2021.Já tem uns
dias. Urge oxigenar a publicação. A descontinuidade compromete a avalição das
pós-graduações junto às instâncias do MEC.
E, por falar em pós, elas também costumam ser
anônimas no universo entre os estudantes. Entre os muitos elementos limitantes
que eclipsam o melhor funcionamento do ICS, a comunicação desponta como um
deles. Em particular, entre a graduação
e as pós-graduações.
Existem quantos projetos de
extensão e de pesquisa desenvolvidos no ICS? Tais iniciativas carecem de um instrumento de
visibilidade. Só assim o conjunto dos nossos discentes poderá tomar
conhecimento e se engajar.
E, como problemas possuem famílias extensas, constam ainda no rol das pedras no caminho para o melhor funcionamento e harmonia no ICS: fluxos dos processos, a comunicação fragmentada, sobreposição de demandas e a ausência de um planejamento integrado.
Desafios pipocam no horizonte,
tal uma violenta pororoca, a exemplo de como incrementar a sinergia entre as
diferentes categorias? Acreditamos que
as respostas aos desafios devam ser coletivas. Uma construção. Um puxirum.
É correto que “Um galo sozinho
não tece uma manhã”, como poetizou João Cabral de Melo Neto, por isso, a Chapa
6 tem mobilizado esforços para apresentar a sua plataforma de propostas. Aqui tornamos público o documento. Acesse
AQUI
Fruto de uma convergência de
ideais e de inúmeros diálogos em todos os níveis do ICS, as professoras Giselle
Alves (Gestão Pública) e Andrea Leão (Ciências Econômicas) encampam a Chapa 6. Posto,
“a vida só ser possível reinventada, para parafrasear Cecília Meirelles. “




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