quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Educação indígena no Amazonas:

Falta de turmas presenciais nos territórios tradicionais de Barreirinha e de Lábrea força o deslocamento dos jovens para os centros urbanos



 O Ministério Público Federal (MPF) recomendou à Secretaria do Estado de Educação e Desporto (Seduc) a implementação imediata de turmas de ensino médio presencial em comunidades indígenas, quilombolas e extrativistas nos municípios de Barreirinha e de Lábrea, no interior do Amazonas. A medida busca combater a omissão do estado na oferta de ensino público adequado na zona rural e em áreas de preservação, garantindo a permanência dos estudantes em suas terras de origem.

 

Resultado do desmantelo na Educação promovida por agente de negócios e ex secretário de educação no Amazonas, Rossieli Soares,  autoridades cobram que o governo cumpra a missão em garantir educação presencial para indígenas.  Com expertise em transferir dinheiro para a iniciativa privada, Soares protagonizou a mesma prática nos estado do Pará e  Minas Gerais. Leia a íntegra no site do MPF


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