Falta de turmas presenciais nos territórios tradicionais de Barreirinha e de Lábrea força o deslocamento dos jovens para os centros urbanos
O Ministério Público Federal (MPF) recomendou
à Secretaria do Estado de Educação e Desporto (Seduc) a implementação imediata
de turmas de ensino médio presencial em comunidades indígenas, quilombolas e
extrativistas nos municípios de Barreirinha e de Lábrea, no interior do
Amazonas. A medida busca combater a omissão do estado na oferta de ensino
público adequado na zona rural e em áreas de preservação, garantindo a
permanência dos estudantes em suas terras de origem.
Resultado do desmantelo na
Educação promovida por agente de negócios e ex secretário de educação no
Amazonas, Rossieli Soares, autoridades cobram que o governo cumpra a
missão em garantir educação presencial para indígenas. Com expertise
em transferir dinheiro para a iniciativa privada, Soares protagonizou a mesma
prática nos estado do Pará e Minas Gerais. Leia a íntegra no site
do MPF
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