No Pará, os números revelam um mercado de trabalho estruturalmente mais frágil. Apesar da queda do desemprego (de 8,7% para 5,8% ao longo de 2025), a informalidade segue elevada, o desalento atinge 3,7% da força de trabalho – bem acima da média nacional – e os jovens de 18 a 24 anos enfrentam as maiores taxas de subutilização. Enquanto o comércio e a administração pública concentram a ocupação, a indústria de transformação encolhe, e o rendimento médio real no estado (R$ 2.487 no último trimestre) corresponde a apenas 71% do rendimento nacional, com trabalhadores domésticos e por conta própria recebendo menos da metade da média brasileira. Leia a íntegra AQUI






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