“Quando a terra esta concentrada, o poder está concentrado. O Brasil não é um país pobre, é injusto, conseqüência dessa estrutura de poder”. De acordo com o Professor Doutor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Carlos Walter Porto-Gonçalves, a realização da Reforma Agrária é fundamental para garantia da democracia no Brasil. Leia mais AQUI
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
No Brasil, a acumulação do capital está diretamente ligada à terra
“Quando a terra esta concentrada, o poder está concentrado. O Brasil não é um país pobre, é injusto, conseqüência dessa estrutura de poder”. De acordo com o Professor Doutor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Carlos Walter Porto-Gonçalves, a realização da Reforma Agrária é fundamental para garantia da democracia no Brasil. Leia mais AQUI
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Postado por rogerio almeida às 9/17/2009 07:20:00 AM 0 comentários
Produtos florestais: MPF exige melhor controle por parte do estado
Procuradores da República listam providências para secretaria do Meio Ambiente melhorar fiscalização e pedem cancelamento de autorizações para exploração florestal.
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Postado por rogerio almeida às 9/17/2009 06:58:00 AM 0 comentários
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Belo Monte: Ministério Público questiona modelo de audiência pública
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Postado por rogerio almeida às 9/16/2009 03:35:00 PM 0 comentários
Mineração na Amazônia: audiências sobre exploração de cobre da Vale no Pará iniciam amanhã
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Postado por rogerio almeida às 9/16/2009 11:13:00 AM 0 comentários
Belo Monte: fotos da audiência pública ocorrida ontem, 15, em Belém
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Postado por rogerio almeida às 9/16/2009 08:55:00 AM 0 comentários
Amazônia e os grandes projetos: procuradores promotem pedido de anulação das audiências de Belo Monte
Uma gentileza de Marcelo Salazar/ISA- Audiência de Altamira/set/2009 -enviadas por Renata Pinheiro/FVPP
FOTO: Escritório da Alcoa em Juruti/PA- Guto/MSTCaso aprovado o licenciamento, a usina deverá ser erguida no Xingu, latitude repleta de povos indígenas, ribeirinhos, agricultores e extrativistas.
Procuradores federais e estaduais garantiram que irão pedir a anulação de todo o processo.
Para o procurador do estado, Raimundo Moraes, a audiência tem se caracterizado por uma violência institucionalizada, que não permite a participação da população e nem a dos procuradores.
As críticas sobre as peças do licenciamento (os estudos e os relatórios de impacto ambiental) e sobre as audiências são antigas. Os estudos e os relatórios, quando muito, se constituem numa péssima revisão de bibliografia.
E as audiências um circo ou um bloco de carnaval onde predomina a força do recurso econômico e da negociata política.
Enquanto isso, a sudoeste do estado, no antes pacato município de Juruti, a governadora Ana Júlia de mãos dadas com o representante da Alcoa na América Latina, Franklin Feder, cortava a fita da mina de extrativismo de bauxita.
Edson Lobão completou a foto inaugural da mina ao lado da governadora.
Há com relevo uma vasta produção científica sobre os grandes projetos na Amazônia. A bibliografia consensua sobre os desastres que os mesmos promovem nas mais diversas ordens: social, econômica e política.
Por falar em estudo, o Instituto de Pesquisa Aplicada (IPEA), acaba de apresentar relatório onde indica que a produção de alumínio é um desastre para região amazônica. Veja a íntegra do relatório AQUI
A energia se constitui como o principal insumo pata tal produção. Além das barragens do Xingu, há previsão de outras tantas no rio Tapajós e na bacia do Tocantins-Araguaia.
A disputa pelo território demonstra-se aguda entre as grandes corporações e as populações consideradas tradicionais.
A peleja tem outras dimensões, como a jurídica, onde a MP 458, somada aos pedidos de revisão da lei que garante o território quilombola, afrouxamento da legislação ambiental, revisão de código de mineração em terras indígenas conformam um cenário nada animador.
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Postado por rogerio almeida às 9/16/2009 07:26:00 AM 0 comentários
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Amazônia: alumínio não desenvolve região, confirma IPEA
Analisando a produção de alumínio na Amazônia pela perspectiva da sustentabilidade, o Boletim Regional, Urbano e Ambiental divulgado ontem (14) pelo Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea), identificou que atualmente a produção de alumínio não conseguiu atingir o seu objetivo, estipulado no início de sua exploração no bioma: "o desenvolvimento regional e a integração regional". Leia mais AQUI
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Postado por rogerio almeida às 9/15/2009 05:16:00 PM 0 comentários
Entrevista: a influência das migrações na Amazônia
A Amazônia conta hoje com uma população que passa dos 20 milhões de habitantes, que foi formada por um processo de povoamento intenso, com migrações desde a época da conquista dos espanhóis e portugueses. Para falar sobre esse fluxo migratório, o site Amazonia.org.br conversou com o pesquisador colombiano Luis Aragon, que estuda a ocupação da região pan-amazônica no Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (NAEA) da Universidade Federal do Pará (UFPA). Leia mais AQUI
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Postado por rogerio almeida às 9/15/2009 12:06:00 PM 0 comentários
Verdade, ética e política
Relendo o para mim sempre novo "Verdade e Política" de Hannah Arendt dei de logo com uma das suas mais fortes afirmações: "Jamais alguém pôs em dúvida que verdade e política não se dão muito bem uma com a outra e até hoje ninguém que eu saiba incluiu entre as virtudes políticas a sinceridade. Leia o artigo AQUI
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Postado por rogerio almeida às 9/15/2009 11:56:00 AM 0 comentários
Direitos Humanos é tema de Encontro Anual na Amazônia
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Postado por rogerio almeida às 9/15/2009 11:53:00 AM 0 comentários
Belo Monte: audiência pública em Belém debate impactos do projeto

FOTOS: uma gentileza de Marcelo Salazar/ISA- Audiência de Altamira/set/2009 -enviadas por Renata Pinheiro/FVPPSetores contra e a favor organizam manifestações em frente ao Centro Cultural Tancredo Neves (CENTUR), órgão estadual.
As audiências iniciaram desde o dia 10 no sudoeste do estado.
A construção de megas hidrelétricas é um dos eixos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para a Amazônia do governo federal.
11 áreas indígenas e 66 municípios serão impactados pela obra. Faz mais de 20 anos que o projeto de construção da hidrelétrica existe. Kakaraô foi o primeiro nome.
As audiências públicas significam um avanço no processo de instalação de grandes projetos na região. Mas, a diferença das forças envolvidas e a capacidade de discernimento para analisar questões marcadas por uma linguagem técnica colocam em desvantagem no “debate” boa parte da população nativa.
A audiência acaba por desembocar num monopólio de discurso de especialistas no assunto. Sem sublinhar uma relativa predominância do poder político e econômico na mobilização e convencimento da população.
O projeto envolve volume significativo de recurso público. O que mobiliza empreiteiros, médios comerciantes e políticos locais no mesmo flanco.
Uma fatia da polução local alinhada na defesa do meio ambiente, através da Fundação Viver, Produzir e Preservar (FVPP) tem manifestado questões polêmicas sobre o empreendimento e os limites dos estudos e das audiências públicas.
Por conta de tal contexto o Ministério Público Federal (MPF) já avaliou o processo como insuficiente para esclarecer problemas em aberto.
Tenotã-mõ, livro organizado por uma frente de instituições e lançado em 2005, alerta sobre os principais riscos da construção de uma hidrelétrica no rio Xingu.
Em toda a região e em particular no Pará há uma geografia marcada pela aguda disputa do território. Numa lógica marcada pelo extrativismo mineral, de energia e implantação de monoculturas.
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Postado por rogerio almeida às 9/15/2009 07:38:00 AM 0 comentários
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
MPF e Ibama apresentam proposta de regularização ambiental para setor pecuário no Pará
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Postado por rogerio almeida às 9/14/2009 10:43:00 PM 0 comentários
Futuro da Amazônia: livro discute potencialidades e rumos
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Postado por rogerio almeida às 9/14/2009 03:36:00 PM 0 comentários
Manifesto Internet: Como o jornalismo funciona hoje
Ela produz diferentes esferas de público, diferentes termos de troca e diferentes competências culturais. Os media têm de adaptar os seus métodos de trabalho à realidade tecnológica actual, em vez de a ignorarem ou desafiarem. É o seu dever desenvolverem a melhor forma possível de jornalismo, com base na tecnologia disponível. Isto inclui novos produtos e métodos jornalísticos. Leia mais AQUI
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Postado por rogerio almeida às 9/14/2009 08:52:00 AM 0 comentários
Audiência Pública de Belo Monte em Vitória do Xingu: muitos questionamentos e poucos esclarecimentos
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Postado por rogerio almeida às 9/14/2009 06:48:00 AM 0 comentários
sábado, 12 de setembro de 2009
Marabá: desapropriação para a Vale seria ilegal
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Postado por rogerio almeida às 9/12/2009 08:43:00 AM 0 comentários
Engavetada, PEC do Trabalho Escravo prevê punição a fazendeiros
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Postado por rogerio almeida às 9/12/2009 08:36:00 AM 0 comentários
Belo Monte- especialistas criticam projeto em debate na UFPA
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Postado por rogerio almeida às 9/12/2009 08:03:00 AM 0 comentários
Belo Monte e o Circo do Xingu
Foi realizada ontem, na cidade de Brasil Novo, a primeira audiência pública da maior obra do PAC, o Aproveitamento Hidrelétrico de Belo Monte. Com início as 13h30 e término as 19h00 foram realizadas apresentações bonitas, porém superficiais e assim foram também as respostas dadas nas seções de perguntas que não atenderam os anseios das populações. Será que pensam que somos palhaços em um grande circo Amazônico?
A pequena Brasil Novo, 40 quilômetros distante de Altamira, na região da Transamazônica, foi sede da primeira audiência pública para discutir os impactos ambientais do projeto da usina de Belo Monte, uma das mais polêmicas obras do PAC. Adhemar Palloci, pela Eletrobrás e Valter Cardeal, da Eletronorte, junto com pesquisadores da Leme Engenharia e técnicos do governo federal, apresentaram os estudos da obra para cerca de 600 pessoas.
O rito da audiência pública prevê que a população faça perguntas sobre os impactos, para obter respostas e compromissos quanto aos impactos. Omissões, superficialidade e ausência de respostas, no entanto, marcaram a audiência. O procurador da República em Altamira, Rodrigo Costa e Silva, responsável por fiscalizar o licenciamento de Belo Monte, apresentou sete questões objetivas relacionadas à saúde, educação, ordenamento fundiário. A resposta padrão dos técnicos foi: “os detalhes estão nos EIA”.
“As apresentações foram muito bonitas com fotos, vídeos e muitas cores mostrando os diversos benefícios do empreendimento, não apresentando com clareza os impactos previstos, possíveis problemas e mitigações de forma mais específica. Foram apresentações e respostas muito superficiais para o tamanho da obra e impactos socioambientais previstos”, avalia Marcelo Salazar, do Instituto Socioambiental
As perguntas colocadas por representantes dos movimentos sociais, políticos, empresários, Ministério Público mostraram que a população tem dúvidas diretas e relevantes sobre o empreendimento.
Muitas perguntas foram realizadas a respeito da mão de obra a ser empregada nas obras. A população mostrou preocupação quanto à qualificação dos moradores da região para ocupar os postos de trabalho que seriam gerados. Apesar de afirmarem que há previsão de programas de treinamento, os técnicos não foram capazes de especificar os investimentos a serem realizados ou listar os tipos de treinamento.
Não senti nenhuma segurança porque as perguntas da população não foram respondidas. Nem para explicar o que vai acontecer com as praias de Brasil Novo (provavelmente alagadas pela usina), eles serviram. Além disso, eu conheço quase todos os agricultores do município e fiquei surpresa de não ver quase nenhum conhecido na audiência.. A maioria dos presentes eram empresários de Altamira, sindicalistas de Belém. O IBAMA não se preocupou em garantir a presença das pessoas que realmente serão atingidas”, afirma Antônia Martins, coordenadora do Movimento de Mulheres da região.
As outras audiências prometem ser mais calorosas, com mais participação da população local e com questões ainda mais especificas do que as feitas em Brasil Novo. A sociedade espera que a equipe técnica seja mais competente para ao menos apontar os locais do EIA onde se podem encontrar respostas, ou assumir o compromisso de buscar essas repostas, quando elas não existirem.
Movimento Xingu Vivo para Sempre
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Postado por rogerio almeida às 9/12/2009 06:02:00 AM 0 comentários
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Pará é o primeiro da Amazônia a ter banco com documentação fundiária
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Postado por rogerio almeida às 9/11/2009 12:23:00 PM 0 comentários






