terça-feira, 24 de maio de 2011

Execução no campo- confirmada

Informações de Marabá confirmam a execução de José Cláudio e a esposa Maria.

Execução no campo - casal de camponeses ambientalistas é morto no PA

O blog ainda aguarda a confirmação das informações


Há informações que o militante do agroextrativismo José Cláudio Ribeiro da Silva e a esposa  Maria do Espírito Santo foram executados. O casal mora do Projeto de Assentamento Agroextrativista Praia Alta Piranheira, no município de Nova Ipixuna, sudeste do Pará.  As informações ainda não foram confirmadas.


O projeto é um experimento para integrar a lógica no agro extrativismo junto aos camponeses. A Universidade Federal do Pará ((UFPA)  faz assessoria à comunidade desde a década de 1990.O projeto escapa à cultura do gado que impregna a região. 

Como em outros casos, José Cláudio era um cabra marcado para morrer. O nome dele sempre esteve nas listas dos ameaçados de morte. 

Em 2001 foi ouvido numa audiência pública no município de Marabá pela  Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal. 

Ele deu várias entrevistas para telejornais nacionais e jornais informando das ameaças  que sofre pelo fato do projeto contrariar interesses dos madeireiros. 

Veja o vídeo denúncia AQUI

O blog aguarda mais informações da região. 
 

Mostra de filmes universitários


OAB convoca sociedade contra a corrupção na Assembleia


O escandalo envolvendo parlamentares e funcionários da Assembleia Legislativa do Estado, que ganhou manchete nacional, deixou indignada a população do Pará. Cansada de conviver com tanta impunidade, a sociedade decidiu caminhar ao lado da OAB para pedir a punição dos envolvidos. A manifestação popular tem como objetivo reagir aos desvios de recursos na Assembleia Legislativa do Pará (Alepa). Leia mais na OAB

Belo Monte, Madeira e Tapajós: onde erramos?

Telma Monteiro
Tem alguma coisa errada com o brasileiro. Primeiro tivemos todo o imbróglio das usinas do Madeira, em Rondônia. Rolaram declaraçãoes oficiais, de Ongs, de indígenas, dos empreendedores e de ministros. Os problemas ambientais e sociais foram discutidos à exaustão e o resultado está aí, para quem quiser conferir. Impactos de todos os modelos e tamanhos, cores e intensidades. Só vejo matérias e mais matérias dando conta dos problemas que vão desde a questão trabalhista até a ambiental. Leia mais no Blog da autora

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Sudeste do PA: indígenas debatem educação


A partir do dia 24 os índios Gavião e seus sub grupos (Krikateje, Parketeje e Akrikateje), bem como, Kaapor, Xicrin, Atikum, Guajajara, Suruí ocupam o campus rural do Instituto Federal do Pará (IFPA) no município de Marabá, sudeste do Pará, para a elaboração do componente indígena do Plano de Educação da Instituição.

A proposta é a elaboração de um componente de educação que contemple os elementos econômicos, sociais e culturais que integram as realidades das sociedades originárias da região.  Leia mais no blog de Ribamar Ribeiro

Hidrelétrica de Estreito - Morte de peixes preocupa a sociedade

Outra preocupação de ambientalistas é a quantidade de lixo nas águas do Tocantins
rio-tocatins-peixesImperatriz - A bióloga Ivanice Cândido Falcão, presidente do Conselho Municipal do Meio Ambiente (COMMAM) em entrevista à imprensa se mostrou preocupada com a mortandade de peixes que vem acontecendo diariamente com a formação do lago, na hidrelétrica de Estreito, causando sério prejuízo a nível ambiental. Leia a íntegra no Maranhão News

Desmatamento acelerado na Amazônia demonstra a farsa da Moratória da soja

Entre março e abril deste ano foram 593 kms quadrados de desmate na região.

Edilberto Sena 0 Frente em Defesa da Amazônia -Santarém, Pa

Em 2006, quando a ABIOVE (associação de empresas  comercializadoras  de grãos)  e algumas ONGs ambientalistas (WWF, GREENPEACE, CI, etc) discutiam fraternalmente a construção de  uma moratória para estancar o desmatamento na Amazônia, o movimento popular, Frente em Defesa da Amazônia, FDA de Santarém,  participou de três encontros com as negociadoras da moratória. A proposta fraterna era de criar uma moratória de dois anos, com possibilidade de extensão por mais um ano, quando as comercializadoras de grãos não comprariam nenhuma commodity do agro negócio, em terras que fossem desmatadas. Leia mais AQUI

MPF, MP e AGU pedem suspensão de obras na orla de Belém

Prefeitura de Belém não poderia ter liberado construções sem estudos de impacto. Cientistas paraenses comprovam graves riscos se a cidade aceitar prédios erguidos sem controle na orla
 
O Ministério Público do Pará, a Advocacia Geral da União e o Ministério Público Federal entraram na Justiça com um pedido de embargo urgente das obras de três torres de 23 e 31 andares localizados na orla da Baía de Guajará. Os empreendimentos são das construtoras Premium e Cyrella e, mesmo tendo sido aprovados pela prefeitura, violam várias leis municipais, estaduais e federais.Leia mais no MPF

O iminente sacrificio de 78.000 ha de Floresta Amazônica no altar do PAC


Num novo gesto autoritário,  o governo da presidenta Dilma Rousseff deve assinar, nos próximos dias, um documento autorizando a desafetação das áreas potencialmente atingidas por três usinas do Complexo Hidrelétrico do Tapajós, pertencentes a cinco Unidades de Conservação. Com essa canetada, e contra a opinião dos técnicos responsáveis da área, a União abrirá mão da proteção de mais de 78.000 ha de floresta numa região considerada de grande importância na luta contra o desmatamento e a perda de biodiversidade da Amazônia. Leia mais no Tapajós Livre

* SBPC, Associação Brasileira de Antropologia e outras 18 associações científicas pedem suspensão de Belo Monte

Em carta a presidenta Dilma Roussef, protocolada nesta uinta, 19, a Associação Brasileira de Antropologia, a SBPC, a Associação Brasileira de Ciência e mais 17 associações científicas pedem suspensão de licenciamento e respeito aos direitos humanos em Belo Monte. Leia mais no Ecodebate

Audiência discutirá impactos da hidrelétrica de Belo Monte

A Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional realiza na quarta-feira (25) audiência pública para discutir os impactos das obras e da instalação da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará.  A usina faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e, após concluída, será a terceira maior hidrelétrica do mundo, com capacidade de gerar 11 mil megawatts de energia. Leia mais no Amazônia

Entidades denunciam à ONU intimidação feita por consórcio responsável por Belo Monte

 Alex Rodrigues

O consórcio Norte Energia S.A, responsável pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, está sendo acusado de intimidar agentes do Poder Judiciário contrários ao início das obras.  Entidades brasileiras de direitos humanos encaminharam a denúncia à Relatoria Especial para a Independência e Autonomia Judicial da Organização das Nações Unidas (ONU). Leia a matéria da EBC no Amazônia

domingo, 22 de maio de 2011

100 anos da Revolução Mexicana

Por Bruno Carmelo, editor do blog Discurso-Imagem.
Às vezes a situação política de um país realmente não ajuda a carreira comercial de um filme. Pouco após a diretora americana Kathryn Bigelow ter que renunciar ao seu projeto de filme de ação sobre a busca por Bin Laden (por razões óbvias), foi a vez deste filme mexicano, Revolución, concebido para estrear durante o ano do México na França, ser completamente ignorado desde que os incidentes democráticos entre os dois países (em função do caso Florence Cassez) impediram as comemorações. Uma estreia sem nenhuma publicidade, sem o apoio de nenhum cinema “de arte”, apenas algumas poucas salas de exibição corajosas. Leia mais AQUI

Meu olho está vermelho é de gás lacrimogênio

A Polícia Militar utilizou bombas de gás lacrimogênio para tentar dispersar uma passeata pela “liberdade de expressão” – manifestação que ocupou o lugar da proibida Marcha da Maconha, neste sábado (21), em São Paulo.




















Leia aqui





Como era verde o meu Xingu - samba de 1983 da Mocidade Indepedente de Pe Miguel

Emoldurado em poesias
Como era verde o meu Xingu
Sua fauna, que beleza
Onde encantava o Uirapuru
Palmeiras, carnaúbas seringais
Cerrados, florestas e matagais
Oh, sublime natureza
Abençoada pelo nosso criador
Quando o verde era mais verde
E o índio era o senhor
Kaiamurá, kalapalo e kajurú
Cantavam os deuses livres do verde Xingu
Oh Morena
Morada do sol e da lua
Oh morena
O Paraíso onde a vida continua
Quando o homem branco aqui chegou
Trazendo a cruel destruição
A felicidade sucumbiu
Em nome da civilização
Mas mãe natureza
Revoltada com a invasão
Os seus camaleões guerreiros
Com seus raios justiceiros
Os caraíbas expulsarão
Deixe nossa mata sempre verde
Deixe o nosso índio ter seu chão

Já que hoje é domingo, humor do Bira


O escândalo Palocci e as miçangas

Palocci não tem poder apenas porque isso foi conferido a ele pela presidente da República, Dilma Rousseff, mas pela capacidade de se investir do papel de fiador de governos petistas, principalmente junto ao mercado”. O comentário é da jornalista Maria Inês Nassif em artigo publicado no blog de Luis Nassif, 20-05-2011.
Eis o artigo.
Até o momento, mesmo com todos os revezes de sua vida pública, a imagem de Antonio Palocci, titular da Casa Civil, que emerge das denúncias de que teria aumentado o seu patrimônio pessoal em 20 vezes de 2006 a 2010, está longe de ser a de um ministro enfraquecido. É o retrato de corpo inteiro de um político muito forte. Palocci não tem poder apenas porque isso foi conferido a ele pela presidente da República, Dilma Rousseff, mas pela capacidade de se investir do papel de fiador de governos petistas, principalmente junto ao mercado. Leia a íntegra em IHU

Amazôna S\A

http://peledaterra.blogspot.com/

Audiência discute impactos ambientais em Açailândia


Na tarde desta quinta-feira (17) aconteceu no Plenário Gervásio Santos a audiência pública sobre os Impactos em saúde e desenvolvimentos do meio ambiente, requerida pelo deputado Bira do Pindaré (PT).

A deputada Eliziane Gama(PPS), presidente da mesa e da comissão de Direitos Humanos da ALEMA, abriu e presidiu o evento. Bira, autor do requerimento, destacou a importância de se discutir os impactos em meio ao desenvolvimento do Estado. “É preciso discutir o modelo, para que aconteça o desenvolvimento sem afetar a natureza. Precisamos discutir e buscar saídas” afirmou ele.Leia mais no site da Assembléia