quinta-feira, 10 de março de 2011

Que podem esperar do novo governo brasileiro os povos da Amazônia?

Pe Edilberto Sena 


Mesmo ainda sendo cedo para diagnóstico e previsão de rumos da política do governo Dilma Russef, alguns sinais já aparecem no cenário nacional. Sem jogo de cintura, nem físico, nem político, ela vai impondo um estilo de governo do “eu quero e assim tem que ser feito”. Leia mais na Rádio Rural de Santarém

quarta-feira, 9 de março de 2011

Folha de SP descreve atrito entre Vale e União

Em mais um capítulo da disputa com a Vale, o governo cobra da mineradora uma dívida de quase R$ 4 bilhões de royalties pela exploração de minério de ferro. A cobrança gerou mais um atrito na relação da empresa com o governo na semana passada, contornado após conversa por telefone entre o presidente da Vale, Roger Agnelli, e o ministro Edison Lobão (Minas e Energia). Leia matéria da Folha replicada no Justiça nos Trilhos

Xingu Vivo

Fonte - http://peledaterra.blogspot.com/search/label/Charges

Belo Monte em charge


Ecos da escravidão

 

 Em 2002, foram assassinados 46% mais negros do que brancos. Em 2008, a porcentagem atingiu 103%. Ou, em outras palavras, para cada três mortos, dois tinham a pele escura. Quem maneja os dados preliminares de 2009 diz que a situação piorou ainda mais. Leia a íntegra em Carta Capital

Especial: Dossiê Censura. Justiça. Mordaça à Imprensa no PA

Lúcio Flávio Pinto
O juiz da 4ª vara federal de Belém, Antonio Campelo, tentou impor a mais drástica censura à imprensa já aplicada no Brasil pela via judicial, sendo ele o autor da iniciativa. Três dias depois de ameaçar com prisão, processo criminal e multa de R$ 200 mil, recuou. O caso é tão grave que a história não terminou. Ela é tema desta edição especial do jornal. |Leia mais na Adital

Coletivo Rádio Cipó faz show no Sesc SP no fim do mês


Estréia da nova turnê da banda paraense Coletivo Rádio Cipó no projeto Bandas de Lá - Pará Cá, promovido pelo Sesc Pompéia - SP. O show terá convidados ilustres como o lendário gaitista Mestre Laurentino com músicas novas do seu primeiro CD Lourinha Americana, a Diva do Carimbó Chamegado, Dona Onete com repertório cheio de desejo, tesão, amor e magia contagiante de boleros e chamegos, o jazzman fussion crazy Daniel Dellatuche at...

Enviado por Carlinhos Vaz

Não quebrei a cara

A apuração pelo campeonato das escolas de samba do Rio de Janeiro ainda não findou. Mas, como avaliei no post abaixo, antes do início da apuração, tudo sinaliza para a vitória do escola de Neguinho da Beija Flor.

A Mangueira, que homenageou Nelson Cavaquinho, anda lá pela quinta colocação. "Tire o seu sorriso do caminho, que eu quero passar com a minha dor". 

Empresa inicia obras de acesso ao local onde será construída Usina de Belo Monte

 Sabrina Craide
As obras de terraplanagem para melhorar o acesso ao local onde será construída a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), começaram hoje (7).  Um conjunto de máquinas e equipamentos como motoniveladora, pá carregadora e caminhões de terraplanagem já está no local (Sítio Pimentel) para auxiliar nas obras.Matéria da EBC replicada no Amazônia

Tudo cinza

Tá tudo cinza no horizonte. Assim como ontem, cai uma bela chuva na cidade. As árvores ao redor realizam um estranho balé. 

Parecem que irão quebrar ante a intensidade do vento. A queda da água faz um barulhinho bom. O vento é frio. Atiçam mamilos, sacode da memória boas lembranças. 

Mangueira X Beija Flor: Nelson Cavaquinho X Roberto Carlos


“Folhas Secas", "Pranto de um poeta" e "Sempre Mangueira" foram algumas homenagens que o cantor e compositor Nelson Cavaquinho criou para celebrar o amor à Mangueira. Trata-se de samba de raiz.

O autor de “A Flor e o espinho”, que abre com o verso, “tire o seu sorriso do caminho, que  eu quero passar com a minha dor”, uma parceria com Guilherme de Brito e Alcides Caminha completaria cem anos em 2011.

Cavaquinho foi o tema do carnaval da Mangueira. Era um negro, feição simples e dono de uma voz que soava triste.

Não era midiático, ao contrário do artista celebrado pela Beija Flor, que lançou loas ao cantor e compositor Roberto Carlos. Ainda vivo e noticiável.


O amigo de Erasmo Carlos é o cantor mais festejado pela principal emissora de TV do país. A mesma que transmite os desfiles dos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Ao final de cada ano tem um especial dedicado somente para ele.

Apesar da tradição da escola de coração de Beth Carvalho, não julgo que ela consiga chegar a frente da escola de Nilópolis. Espero quebrar a cara.

Meio ambiente é tema de Campanha da Fraternidade

O mundo tem passado por grandes transformações com relação ao clima, temperatura, tempestades e outras formas que chamam atenção sobre o modelo de uso dos recursos da natureza.
É justo sobre eixo que gravita a Campanha da Fraternidade 2011, da Conferência dos Bispos do Brasil (CNBB). Mais que debater, a Campanha objetiva interferir na definição das políticas públicas. Leia mais no site da CNBB

Lan houses e a inclusão digital

Por Cristiano Aguiar Lopes

Em poucos lugares do mundo a inclusão digital tem acontecido de forma tão rápida quanto no Brasil. Se em 2001, de acordo com os indicadores mundiais de desenvolvimento do Banco Mundial, apenas 4,5 em cada cem brasileiros tinham acesso à internet – pouco mais da metade da média mundial de então –; em 2008 já eram 37,5 internautas a cada cem habitantes – número já muito superior à media mundial, de 23,9 acessos a cada cem habitantes. E, como não poderia deixar de ser, todos querem ser reconhecidos como os responsáveis por esse sucesso. Leia mais no OI

A OI no carnaval



O serviço tá um horror desde ontem. Não tem continuidade. Tá caindo mais que folião em quarta feira de cinza.

Tempestade, barcos e carnavais

O barco balançava na baía como se fosse de brinquedo. Navegava contra a correnteza. Sacudia freneticamente sobre as ondas das águas agitadas por uma tempestade amazônica. Parecia um badulaque infantil num balde com água movida pelas mãos de alguém. Quem espiava de longe calculava pelo afundamento.


As pessoas que estavam na embarcação faziam esforço para ficar em pé.  Por força das águas a nave tomou outro rumo. Depois se perdeu no mundo das águas, entre relâmpagos e a chuva forte.  


Antes da tempestade várias embarcações com bandeira de procedência francesa desfilaram no entorno do mercado. Os visitantes agitaram as mãos em direção aos frequentadores e operários do espaço. Eram barcos sofisticados. Destoavam da rusticidade dos locais.


O dia estava quente, e geralmente à tarde uma chuva precipita sobre a cidade. O vento forte varreu alguns telhados. Terça de carnaval, mercado mais ou menos vazio. Um grupo desafinado tentava cantarolar sambas antigos. O pessoal tinha a cara de ontem. Foliões de inúmeros dias e noites. Incensados por cheiro de cigarro forte.  


Foram mais de duas horas de chuva intensa. A cidade fica um desastre. Os locais mais baixos, as baixadas, como se trata aqui, ficam inundadas. Ruas demoram um bom tempo até a água recuar. Ainda há carnaval da cidade.


O bloco Rabo do Peru desfila no bairro de Icoaraci, um pólo de produção da cerâmica marajoara. O bairro é um bom lugar para se comer peixe. 


Já no boêmio bairro da Pedreira, o bloco Maria Quitéria homenageia as mulheres.


As emissoras de rádios informam das mortes nas rodovias e nas quebradas. E os números sobre a violência contra a mulher.

Valores machistas e “inconsciente androcêntrico” ainda predominam nas relações, diz socióloga

A relutância de juízes e delegados de Polícia em aplicar a Lei Maria da Penha é uma forma explícita de tentar manter a desigualdade entre homens e mulheres, afirma a socióloga Patricia Castro Mattos. Ela acredita que, além das formas de violência descritas na lei, existem outras formas de “violência simbólica” que perpetuam padrões de comportamento e os desequilíbrios entre os homens e as mulheres. A eleição da primeira presidenta do Brasil aponta para o questionamento da “ordem natural dos sexos”. “Há uma mudança simbólica relevante na eleição de Dilma [Rousseff] que não pode ser ignorada”, revela. Leia matéria da EBC replicada no IHU

Comunidades do Xingu devem manter resistência à Usina de Belo Monte



A liberação da construção do canteiro de obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), não deve diminuir a mobilização dos movimentos sociais da região contrários ao projeto. A licença parcial emitida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) chegou a ser cassada pela Justiça, mas a liminar foi derrubada na última quinta-feira (3). Leia mais em Ecodebate

terça-feira, 8 de março de 2011

ENTREVISTA / LÚCIO FLÁVIO PINTO

O difícil caminho da informação no Pará
Por Mauro Malin
O panorama midiático no Pará não é dos mais animadores. As Organizações Rômulo Maiorana, proprietárias da TV Liberal, do jornal O Liberal e de emissoras de rádio, parecem não perceber o que, segundo o jornalista Lúcio Flávio Pinto, são sintomas de declínio. A estação de televisão, afiliada da Rede Globo, está seriamente ameaçada pela Record local, diz Lúcio Flávio. O Liberal já foi ultrapassado pelo Diário do Pará, de Jáder Barbalho. Ou seja: a informação no Pará não goza de um ambiente desembaraçado. Isso anima Lúcio Flávio a manter o seu Jornal Pessoal, quinzenário vendido em bancas que vai fazer 24 anos de existência. Leia a íntegra no OI

As mulheres na agricultura

Ao nos aproximarmos do centenário do Dia Internacional da Mulher, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura a Alimentação (FAO) apresenta um diagnóstico surpreendente e preocupante sobre a situação das mulheres no campo, por meio de um exame global dos agricultores e agricultoras do planeta. As famílias chefiadas por mulheres nem sempre são mais pobres do que aquelas encabeçadas por homens. Matéria da Envolverde replicada na IHU

Dia Internacional da Mulher - Todo dia é dia.

Índias de Rindõnia