sábado, 9 de junho de 2018

Edição da Feira da Comuna Cepasp de Marabá/PA terá arraial junino neste sábado


Além de produtos da roça oriundos projetos de assentamento, de ocupações, e da periferia de Marabá, a edição da Feira da Comuna Cepasp deste sábado terá ainda um arraial que inicia às 
18h.


Feira Comuna Cepasp, agora, na rua Sororó em Marabá/PA- Fotos: Raimundo Gomes

A feira iniciada no começo do ano corre à Rua Sororó, na casa 129, na cidade de Marabá, onde artesãos, agricultores, educadores e afins celebram a Feira Comuna, que ocorre no antigo espaço da ONG Centro de Educação, Pesquisa e Assessoria Sindical e Popular (Cepasp), um coletivo de assessoria popular criado nos 1980. Tempo de transição. 

O espaço exibe biojóias produzidas a partir dos recursos da floresta, galinha caipira, bolos, cachaça artesanal e castanha do Pará. Tempos idos a castanha foi a base da economia local. Os castanhais frondosos já não existem. Deram lugar a fazendas. Um grilo oficial. Fez fortuna de poucos. Os produtos são agroecológicos.

A castanha comercializada na feira é oriunda do Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Porto Seguro. Um casal comercializa fardos. A colheita já encerrou. Bolos, mingau, biscoitos e afins são alguns dos derivados do fruto festejado no mundo gourmet dos principais centros econômicos do país.

Atrações do arraial – o Boi Flor do Campo do bairro da Independência e a quadrilha junina Águia de Fogo do mestre Latino são algumas das atrações, que conta ainda com comidas típicas e bebidas da época.  

A Comuna Cepasp o panfleto do espaço explica que além de uma fronteira da economia solidária, a proposta é operar em várias frentes de diferentes campos: economia, arte, ideias, livros, etc.  Bem como uma trincheira de organização apartidária e de luta que congregue agentes do campo e da cidade de forma fraterna. 

O horizonte utópico é a edificação de uma nova forma de viver que contemple os seguintes pontos: i) apoio mútuo, ii) combate às opressões, iii) autogestão e trabalho coletivo, iv) decisão coletiva e poder popular, v) defesa dos bens comuns, vi) transformação social e política do País, e vii) expansão comunal, narra a apresentação do espaço. A comuna funciona todos os dias.

Detalhes com Thiago Cruz
94 98125 9492

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Barcarena - documentário recupera crimes ambientais de grandes corporações


O documentário Tinha Gosto de Perfume: Barcarena e os Crimes Ambientais Impunes, produzido pelo Brasil de Fato, retrata a realidade cotidiana dos cerca de 99 mil moradores da cidade de Barcarena, no Pará, que enfrenta gravíssima crise humanitária por conta de recorrentes acidentes causados pela indústria da mineração de bauxita para produzir alumínio. Leia mais AQUI

domingo, 3 de junho de 2018

Manaus sedia em agosto seminário internacional sobre sustentabilidade na Amazônia

O V Sicasa é uma promoção da UFAM

O evento terá como tema central: “Avanços e retrocessos na política ambiental internacional e seus impactos na Amazônia” e contará com a presença de pesquisadores de 11 países entre América, Europa e África. O Sicasa terá 10 grupos de trabalho e dois colóquios, um sobre a Defesa Civil e outro sobre Segurança Alimentar. Leia mais AQUI

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Documentário registra formas de resistências quilombolas e ribeirinhas no Tapajós

Enquanto megaempreendimentos como a Usina Hidrelétrica São Luiz do Tapajós e o Complexo Portuário do Tapajós avançam sobre os direitos das comunidades do Oeste do Pará nos últimos anos, moradores da região viram na elaboração de protocolos de consulta uma estratégia de resistência. Leia mais AQUI

Em agosto a UFAM abriga o V Encontro Regional de História da Mídia


O V Encontro Regional de História da Mídia acontecerá nos dias 16 e 17 de agosto na Faculdade de Informação e Comunicação da Universidade Federal do Amazonas. Reflexões sobre História e Cidadania orientarão os debates que pontuam os 30 anos da Constituição Cidadã e os 50 anos do AI-5. Para apresentar trabalhos leia mais AQUI

Manaus sedia conferência nacional de folkcomunicação


As Conferências Brasileiras de Folkcomunicação reunem pesquisadores, professores, estudantes, comunidades artística e jornalística, atores sociais ligados ao campo da cultura em torno da pesquisa das transformações da cultura popular e dos processos de comunicação nas manifestações populares, identificando os sistemas que as configuram enquanto espaços de crítica social, entretenimento cultural e de celebração cívica, além de analisar criticamente como a indústria midiática catalisa tais modos de pensar, sentir e agir dos grupos sociais e das comunidades e seu desenvolvimento. Leia mais AQUI

quarta-feira, 30 de maio de 2018

A mineração e a consciência de um povo

Movimento pela Soberania Popular na Mineração celebra seis anos de existência e se desafia a pautar o Brasil sobre uma das cadeias produtivas mais conflituosas do país

Por Verena Glass, Fundação Rosa Luxemburgo

Em meados de maio deste ano, cerca de 700 pessoas de 16 estados do país se reuniram em Parauapebas, no sudeste do Pará, para discutir um tema que, ao mesmo tempo que impacta a vida de centenas de comunidades e famílias, pouco espaço ocupa no imaginário do povo brasileiro: a extração, o processamento, o transporte e os impactos da mineração. Leia mais AQUI

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Baixo Amazonas: documentário registra resistência de comunidades tradicionais contra os grandes projetos

Documentário retrata como ribeirinhas e quilombolas utilizaram protocolos de consulta para resistência no Tapajós

Enquanto megaempreendimentos como a Usina Hidrelétrica São Luiz do Tapajós e o Complexo Portuário do Tapajós avançam sobre os direitos das comunidades do Oeste do Pará nos últimos anos, moradores da região viram na elaboração de protocolos de consulta uma estratégia de resistência. Leia mais em Terra de Direitos

quinta-feira, 24 de maio de 2018

MPF defende condenação da Vale por dano ambiental na construção da Estrada de Ferro Carajás

 Trecho em duplicação da EFC - Rogerio Almeida 

O Ministério Público Federal (MPF) defendeu, junto ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), que seja mantida a condenação da mineradora Vale S/A por agressão ao meio ambiente e dano ambiental na construção da Estrada de Ferro Carajás. A empresa alegou contradição, omissão e obscuridade no acórdão que já havia negado provimento à apelação anterior no âmbito de ação civil pública ajuizada pelo MPF. Segundo o procurador regional da República Felício Pontes Jr, os embargos de declaração não possuem fundamentos jurídicos. Leia mais AQUI

Carta de Carajás – Por Soberania Popular na Mineração


Comprometidos com a luta pela transformação profunda da realidade a partir dos conflitos que a mineração impõe aos povos do mundo, cerca de mil pessoas, homens e mulheres – jovens, indígenas, ribeirinhos, quilombolas – de 16 estados brasileiros e organizações da Colômbia, Peru, África do Sul, Guatemala e Equador, participaram do I Encontro Nacional do MAM – Movimento pela Soberania Popular na Mineração, realizado na cidade de Parauapebas no Pará, nos dias 18 a 21 de maio de 2018. Leia mais AQUI

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Mineração na Amazônia: encontro do Movimento de Atingidos pela Mineração (MAM) começa hoje em Parauapebas/PA

 Representantes de mais de cem municípios se encontram em Carajás

De 18 a 21 de maio, o Movimento pela Soberania Popular na Mineração –MAM, inicia seu encontro nacional no Centro Comunitário São Sebastião, em Parauapebas, no  Pará. O encontro conta com militantes de mais de 70 cidades mineradas no Brasil contabilizando 15 estados em conflitos com a mineração, sendo esperadas mais de 1500 pessoas. Leia mais AQUI

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Soja na Amazônia: curso de Gestão Pública da Ufopa debate 20 anos de soja em Santarém




Há cerca de 20 anos a construção ao arrepio da lei do porto da empresa estadunidense Cargil, no município de Santarém, às margens dos rios Tapajós e Amazonas, descortinou o ciclo da economia da soja no planalto do oeste paraense.

A construção do porto, ladeado por outras agendas na área de infraestrutura para incrementar o setor, como o asfaltamento da BR 163 –Cuiabá-Santarém – e a construção de outros complexos portuários no município de Itaituba, e mesmo em Santarém, reconfiguram as feições econômicas, políticas, culturais e sociais da região. 

Belterra, Mojuí dos Campos, além de Santarém, passam por profundas modificações por conta do avanço da fronteira do agronegócio, que investe em tornar o Baixo Amazonas num grande corredor de exportação da commoditie de grãos.

Para refletir sobre este cenário, nos dias 21 e 22, ocorre na unidade Rondon, da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), o seminário NOVAS FRONTEIRAS DO AGRONEGÓCIO GLOBALIZADO DA SOJA NA AMAZÔNIA: O Planalto Santareno 20 anos depois (1997-2017), sob a iniciativa do Curso de Gestão Pública e Desenvolvimento Regional.  A coordenação é do professor Márcio Benassuly, doutor em Geografia pela Unb.

Além de pesquisadores do tema, o evento conta a participação de representantes da Comissão Pastoral da Terra (CPT), e doo coletivo de instituições do Tapajós Vivos, que preconizam um modelo de desenvolvimento para a partir da sociodiversidade local.
PROGRAMAÇÃO
Data: 21/05/2018 – TARDE
14h às 14h – Inscrições e credenciamento para o evento. 14h30    às    15h          Abertura     do     Seminário Prof.   Dr.    Jarsen   Guimaraes  (Diretor   do   ICS) Profª.   Msc.   Evani   Larisse   (Coord.   do    GPDR) Prof. Dr. Márcio Benassuly (Coord. do evento).

MESA 1: A FRONTEIRA DO AGRONEGÓCIO GLOBALIZADO DA SOJA NO OESTE DA AMAZÔNIA PARAENSE
Mediador da mesa 1: Prof. Msc Abner Vilhena de Carvalho (GPDAM/CE/UFOPA)
15 h às 15 h 30 – Prof. Dr. Márcio Benassuly (GPDAM/GPDR/UFOPA).
15h30 às 16h – Prof. Msc. Eneias Barbosa Guedes (GEO/UFOPA, doutorando em Geografia Humana USP).
16h às 16h30 – Profª. Msc. Francilene Sales da Conceição (GPDAM/GEO/UFOPA)
16h30 às 17h – Dr. Rodolfo Maduro (GPDAM/PPGCS/ UFOPA)
17h às 18h – Blocos de perguntas

Data: 21/05/2018 – NOITE
MESA 2: ESPACIALIZAÇÃO DAS COMMODITIES E AS TRANSFORMAÇÕES TERRITORIAIS NO PLANALTO SANTARENO
Mediador da mesa 2: Profª. MsC. Francilene Sales da Conceição                                (GPDAM/GEO/UFOPA) 19h às 19h30 Gilson Rego (Comissão Pastoral da Terra). 19h30 às 20h Cândido Neto da Cunha (INCRA)
20h às 20h30 – Padre Edilberto Sena (Diocese de Santarém).
20h30 às 21h – Prof. Dr. Sandro Augusto Viegas Leão (ICS/UFOPA)
21h às 21h30 – Profª. Drª. Ednea do Nascimento Carvalho (PPGCS/UFOPA)
21h30 às 22h – Blocos de perguntas
Data: 22/05/2018 – TARDE
MESA 3: REPRESENTAÇÕES DOS MOVIMENTOS SOCIAIS E O PAPEL DAS ONGs FRENTE AO AVANÇO DO AGRONEGÓCIO SOJEIRO NO OESTE DO PARÁ
Mediador da mesa 3: Prof. Msc. André Azevedo (DIR/ICS/UFOPA)
14h às 14h30 – Neilton Miranda (STTR de Belterra) 14h30 às 15h – Sara Pereira (Representante da FASE) 15h às 15h30 – Ladilson Amaral (STTR de Santarém) 15h30 às 16h – Valdir Oliveira (STTR de Mojuí dos Campos).
16h às 16h30 – Layza Queiroz (Terra de Direitos)
16h30 às 17h – Dany Pinto (Representante Quilombola) 17h às 17h30 – Cacique Josenildo dos Santos da Cruz (Conselho Indígena do Planalto Santareno)
16h30 às 17h – Blocos de perguntas

Data: 22/05/2018 – NOITE
MESA 4: COMUNICAÇÕES DE TRABALHO SOBRE O AVANÇO DO AGRONEGÓCIO NO OESTE PARAENSE
Mediador da mesa 4: Doutorando Marcelo Praciano de Sousa (PPGSND/UFOPA)
19h às 19h30 – Laura Chagas (Professora da Escola Estadual Waldemar Maués)
19h30 às 20h – José Pereira de Siqueira Júnior (Discente GPDR/UFOPA)
20h às 20h30 Rodrigo de Avila Feitosa (Discente GPDR/UFOPA)
20h30 às 21h Ana Paula dos Santos (Discente GPDR/UFOPA)
21h às 21h30 – Blocos de perguntas 21h30 às 22h – Encerramento do evento

INSCRIÇÃO: Até o dia 20 de maio de 2018, no site
Ataxa de inscrição é de R$ 5,00. Vagas limitadas. Haverá a emissão de certificado aos participantes com carga horária de 20 horas.
Mais informações Márcio Benassuly – (91) 99821 1961