Após horas de espera pela chegada de representantes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Santarém (SEMMA), cerca de 60 pessoas entre lideranças indígenas, quilombolas, pescadores, ribeirinhos, extrativistas e representantes de movimentos e organizações sociais, decidiram suspender uma reunião sobre o processo de consulta livre, prévia e informada relacionado a instalação do porto da Empresa Brasileira de Portos de Santarém (Embraps) na região. Leia mais no Tapajós de Fato
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