A realização do Seminário, em sua nona edição, pretende fortalecer
a presença das escolas públicas nos territórios do campo,
indígenas e quilombolas, enquanto resistência dos povos originários e
tradicionais da Amazônia, ao avanço do agro-hidro-mineral-bio-carbono negócio
sobre seus territórios, que intensifica a crise climática e a destruição da
vida da natureza, com a privatização dos rios, o garimpo em larga escala e por
vezes ilegal, o avanço da soja e do gado sobre as áreas florestais e a
implementação de grandes projetos sem consulta prévia, conforme estabelece a
Convenção 169 da OIT. Leia mais AQUI

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