sábado, 30 de maio de 2026

Fordilândia (PA): MPF condena poder público a recuperar complexo histórico

 


A Justiça Federal emitiu sentença favorável a pedidos do Ministério Público Federal (MPF) e condenou a União, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o estado do Pará e o município de Aveiro (PA) a promoverem a recuperação e a conservação do conjunto urbano, arquitetônico e paisagístico do distrito de Fordlândia. Leia a íntegra no MPF

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Ligas Camponesas: MPF ajuíza ação contra continuidade da violência no campo na PB

 O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil pública, nesta terça-feira (26), contra a União e o estado da Paraíba para responsabilização por graves violações de direitos humanos praticadas contra integrantes das Ligas Camponesas e trabalhadores rurais entre 1964 e 1981. A ação sustenta que a repressão não foi composta por episódios isolados, mas por um sistema organizado de perseguição política, sustentado pela atuação conjunta de agentes estatais e estruturas privadas ligadas ao latifúndio, com efeitos que, segundo o MPF, ultrapassaram o período da ditadura militar e permanecem presentes até hoje. Leia mais no site do MPF

Terra e território: Valter Cruz, professor da UFF, ministra palestra amanhã, na unidade Rondon da Ufopa

 

 


Valter Cruz, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), unidade de Niterói, ministra na noite do dia 28, a partir das 19h, no auditório Laranjão, do campus Salé, palestra que  sobre terra e território na perspectiva da ecologia política. O evento integra a agenda de debate do curso de Geografia da Ufopa.  

Ex coordenador do curso de pós graduação de Geografia  da UFF, Valter Cruz é uma referência nacional no debate em torno do conjunto de ideias em torno do debate da  decolonialidade. Paraense do Baixo Tocantins, Cruz assina vários artigos sobre o tema da colonialidade, além de organização de livros.




Autor de vários artigos sobre o debate, o professor refflete que a questão central do modelo reside em elementos de permanência, onde a colonialidade opera naturalizando as formas do imaginário de matriz europeia como única forma de relacionamento com a natureza, com o mundo social e com a própria subjetividade.

Cruz argumenta que a colonialidade é um resíduo irredutível na formação econômica, política, social e cultural em nossa sociedade. Ela se manifesta cotidianamente em nossas relações nas mais variadas maneiras.

Sejam elas políticas, econômicas e culturais. Ela estabelece padrões de hierárquicos de mando e obediência a partir de critérios de raça, cor, gênero, sexo, linguagem, imaginário e localização geográfica.   

A conquista do novo mundo é considerado um marco histórico nesta construção. Ela descortina o projeto civilizatório eurocêntrico de caráter universalizante e superior, a partir da deia de ciência, humanismo, Estado e progresso.

Tais amparos ainda hoje orientam políticas públicas para a Amazônia, onde é recorrente o apelo à ideia de desenvolvimento e progresso desta matriz em tela, onde as populações locais são enquadradas como um empecilho, uma pedra no caminho ao processo civilizatório exógeno.

Inscreva-se pelo link: https://forms.gle/25XekttEWvkBND1L6

Dia do Agro: Giovana Girardi analisa a patada da bancada da boiada

 Talvez nem nos sonhos de Ricardo Salles a boiada passaria causando tanto estrago. Em dois dias, de baciada, a bancada ruralista na Câmara dos Deputados aprovou e deu encaminhamento a um conjunto de projetos de lei que dificultam a fiscalização de crimes ambientais, reduzem a proteção de vegetação nativa e, de quebra, ainda aumentam os poderes do Ministério da Agricultura. Ações que, juntas, podem abrir caminho para aumentar o desmatamento e piorar as mudanças climáticas. Leia a íntegra na Agência Pública.

Grupo Matheus: a jornalista Flávia Regina faz um mergulho para entender o "milagre" da multiplicação da rede


O que têm em comum o ex-prefeito de Recife, João Campos (PSB), de centro-esquerda, e a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), de centro-direita? Ou ainda o governador do Piauí, o petista Rafael Fonteles, e o prefeito de Belém, o emedebista Igor Normando? O governador de Sergipe, o empresário Fábio Mitidieri (PSD) e o ex-prefeito de Maceió, o tucano João Henrique Holanda Caldas, conhecido como JHC em referência ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso? Leia a íntegra na Agência Pública

Julgamento de chacina de Pau d’Arco é retomado no Pará, depois de 9 anos


DEPOIS de quase uma década sem que os acusados fossem levados a júri, o caso da chacina de Pau d’Arco volta ao centro das atenções na terça-feira (26). Nesta data, o TJPA (Tribunal de Justiça do Pará) deve julgar os recursos apresentados pelas defesas dos policiais civis e militares indiciados pelo homicídio de dez trabalhadores rurais, ocorrido em 24 de maio de 2017. Leia a íntegra no site Repórter Brasil