Tribunal Popular condena Complexo do Tapajós


Terminou agora a pouco o Tribunal Popular da Bacia do rio Tapajós que levou ao banco dos réus as cinco hidrelétricas previstas para os rios Tapajós e Jamanxim. A iniciativa é da Frente em Defesa da Amazônia e Núcleo de Assessoria Jurídica Popular da Ufopa. Leia mais no Língua Ferina

No ar, uma ferramenta de combate ao Complexo do Tapajós



Um poderoso instrumento da internet entrou em cena contra o Complexo Hidrelétrico do Tapajós. Trata-se de do sítio Tapajós Livre, coordenado pelo geólogo Juan Doblas.Leia mais no Língua Ferina

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Comunicação digital: uma das frentes da batalha hegemônica

16º Curso de Comunicação do NPC

 O jornalista argentino Martin Granovisk, do Pagina 12, deu continuidade às discussões da manhã de sexta-feira na mesa sobre ”comunicação digital e a batalha hegemônica”. Assim como na mesa da manhã, ele também defendeu os jornais alternativos impressos, atentando para a importância de se investir na qualidade dessas publicações para poder fazer um enfrentamento aos ataques veiculados pela mídia principalmente contra os governos que implementam políticas chamadas por Marco Aurelio Garcia como “pós-neoliberais”. Nesse grupo estão incluídos os governos Chávez, Kirchner, Pepe Mujica, Kirchner, Lugo e outros latino-americanos. O argentino lembrou que, ao mesmo tempo em que mídia atinge o máximo patamar histórico de sua concentração, enfrenta os fracassos das tiragens e da tentativa de liquidar processos de lutas populares na América Latina. Leia mais no NPC

V Fórum Pan-Amazônico concentra discussões em torno da questão ambiental


Tatiana Félix
 
Cerca de 5 mil pessoas, entre representantes de comunidades indígenas, ribeirinhos, afro-descendentes e dos países da região pan-amazônica, participaram ontem (25) do cortejo cultural que deu abertura à 5ª edição do Fórum Social Pan-Amazônico (FSPA), em Santarém, no Pará, no Norte do país. O evento segue até segunda-feira, 29. Leia mais na ADITAL

Maranhão realiza 4º Encontro de Rádios Comunitárias

Com o tema “Construindo a democracia na Comunicação”, será realizado nos dias 27 e 28 de novembro (sábado e domingo), no auditório do Sindicato dos Bancários, o 4º Congresso Estadual das Rádios Comunitárias do Maranhão. Leia mais no blog do Ed Wilson

Processo Seletivo diferenciado para indígenas lança edital

Pelo segundo ano consecutivo, a Universidade Federal do Pará promoverá a seleção diferenciada para o ingresso de povos indígenas no ensino superior. O edital foi publicado nesta quinta-feira, 25 de novembro, como aditivo ao documento que traz as regras do PS 2011 e está disponível no site do Centro de Processos Seletivos (clique aqui). Leia mais na UFPA

Grande Cortejo dá início ao V Fórum Social Pan-Amazônico

 Thiago Rodrigues 
O dia 25 de novembro de 2010 foi marcante não só para os santarenos, mas para toda a Pan-Amazônia, pois se iniciou o V Fórum Social Pan-Amazônico. Um evento de extrema importância para os sul-americanos que se reúnem em suas diversas ideias intimamente ligadas ao uso consciente dos recursos naturais da floresta e, consequentemente, o respeito dos povos que nela habitam. Matéria do site do Pan-Amazônico

Fiscalização promove libertações em terra grilada e garimpos

Flagrantes de mão de obra escrava se deram na divisa entre Pará e Mato Grosso. Em locais isolados, alguns passavam o dia no barro e exerciam atividades sem qualquer equipamento de proteção individual (EPI)
Por Bárbara Vidal
Três trabalhadores foram libertados de condição análoga à escravidão de uma área "grilada" que pertence ao poder público em Jacareacanga (PA), município que fica na divisa do Pará com o Mato Grosso. A alimentação era escassa, não havia água potável e nem alojamentos. Matéria do Repórter Brasil.

Petrobras anuncia descoberta de petróleo na Amazônia


A companhia petrolífera Petrobras anunciou nesta sexta-feira a descoberta de uma nova jazida de petróleo com capacidade para produzir 2,5 mil barris diários de óleo leve na Amazônia, onde a empresa já explora gás natural.Leia mais no Amazônia

Ruralistas e ambientalistas passam por renovação

Apesar de manterem a correlação de forças, as duas bancadas se veem fortalecidas no novo Congresso com a chegada de nomes de peso, como Blairo Maggi e Alfredo Sirkis. De saída, Marina Silva é considerada a maior perda
Elza Fiúza/ABr
Novo Congresso: ambientalistas perdem Marina Silva, mas ganham Alfredo Sirkis
Renata Camargo
Parte a senadora Marina Silva (PV-AC), chega o deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ). Sai o deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), entra o senador Blairo Maggi (PR-MT). Sem mudar significativamente de tamanho, as bancadas dos ambientalistas e dos ruralistas no Congresso pretendem superar a perda de alguns de seus principais representantes com a chegada de outros nomes de peso no início da próxima legislatura.Leia a íntegra no Congresso em Foco

Thales Ribeiro de Andrade: outro juiz execrável no Maranhão


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Ontem, o juiz da cidade maranhense de Dom Pedro, Thales Ribeiro de Andrade, extrapolou. Ele está enrolado em denúncias de agiotagem, conluio com a prefeita da cidade (Arlene Costa, do PDT), perseguição a sindicalistas e desvio de conduta no exercício da função. Por tudo isto e mais alguma coisa, a sociedade civil de Dom Pedro vai denunciá-lo para o Conselho Nacional de Justiça e, organizou ontem, uma manifestação pública contra ele.Leia mais em Vias de Fato

Manoel da Conceição, um homem imprescindível

Nascido em 1935, no lugarejo conhecido por Pedra Grande, município de Pirapemas, Estado do Maranhão, aprendeu ainda quando criança, com seu pai, as atividades de trabalhador rural e de ferreiro. Sua trajetória política começa quando sua família é expulsa das terras - herdadas dos avós - por proprietários fundiários que exploravam os trabalhadores através do mecanismo da renda da terra. Seu grupo familiar enfrentou situações de conflito por terra em vários lugares até se estabelecer, em 1962, no Vale do Pindaré.Leia mais AQUI

A mídia alternativa. Entrevista especial com Ermanno Allegri

Ermanno Allegri esteve no IHU para participar de uma reunião onde foi discutida divulgação do Congresso Continental de Teologia que será realizado em 2012 na Unisinos. A IHU On-Line aproveitou a presença do diretor executivo da Adital para falar sobre o Congresso e sobre a comunicação alternativa no Brasil. “Dentro do quadro da comunicação no Brasil, o alternativo está adquirindo uma força muito grande nos últimos anos. Tanto é verdade que, no fim do ano passado, conseguimos trabalhar e pressionar para que ocorresse a Conferência Nacional de Comunicação”, apontou.Leia a íntegra AQUI

ONG apresenta Relatório de Crimes Ambientais da Suzano em Urbano Santos/MA


A Ong  Entrerrios  apresenta os danos ambientais da ACM e JS empresas terceirizadas pela Suzano no Baixo Parnaíba Maranhense
As mudanças ocasionadas no ambiente da zona rural do município de Urbano Santos – MA, com efeitos da ação antrópica refletem em alterações significativas no equilíbrio dos sistemas naturais e no modo de vida das comunidades, principalmente no decorrer dos últimos anos com o aumento da exploração da monocultura do eucalipto, onde intensificaram-se os impactos oriundos da interferência humana na paisagem natural e consequentemente na alteração do cotidiano das comunidades circunvizinhas. Leia a íntegra no Ecodebate

UHE de Estreito: MPF/TO propõe ação contra Ceste e Ibama por não cumprimento de ações mitigadoras a impactados


Assentados do PA Formosa e da Ilha de São José foram forçados a deixar suas localidades antes da conclusão dos reassentamentos. Apesar das evidências de irregularidades e recomendação para aplicar multa, órgão ambiental alega não haver infrações administrativas por parte do consórcio
O Ministério Público Federal no Tocantins propôs à Justiça Federal ação de improbidade administrativa contra o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Consórcio Estreito Energia S/A (Ceste), responsável pela construção da usina hidrelétrica de Estreito. Segundo a ação, durante a execução do empreendimento o Ceste deu prioridade às obras físicas, deixando de cumprir suas obrigações socioambientais. Leia mais no Ecodebate

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Vale deve fechar refinaria no Canadá e demitir 500 operários



Sindicato United Steelworkers responde a anúncio da Vale – Comunicado à imprensa

O que se segue é um comunicado à imprensa do sindicato United Steelworkers (USW), em resposta à divulgação de um investimento, feita pela Vale.

TORONTO, 17 de novembro de 2010 – O mais recente anúncio de um “investimento” da Vale dá seguimento a uma campanha de relações públicas mais preocupada com a imagem da empresa que com trazer benefícios reais às comunidades canadenses.

“O anúncio de hoje da Vale é talvez o exercício de relações públicas mais cínico até hoje visto por parte desta empresa estrangeira,” disse Ken Neumann, Diretor Nacional do USW para o Canadá. “Enquanto alega honrar seus compromissos nos termos da Lei de Investimentos no Canadá, a Vale decide fechar as operações de refino e fundição em Thompson, província de Manitoba,” disse Neumann.

“Este fechamento eliminará um componente crucial de agregação de valor na mineração em Thompson, levando à potencial perda de 500 postos de trabalho, o que terá um efeito devastador para a comunidade.”

“Isto demonstra claramente a falta de compromisso da Vale com Manitoba. Ao invés de investir em suas operações de Thompson, a Vale opta por cortar 40% de sua força de trabalho e causar mais desestruturação às famílias trabalhadoras canadenses.”

“Esta decisão dá continuidade ao histórico desastroso da Vale, desde que ela teve permissão para adquirir a Inco Ltd. quatro anos atrás,” Neumann acrescentou. “A Vale já lucrou bilhões em nosso país, no processo eliminando centenas de empregos e causando sofrimento a comunidades canadenses.”

“A máquina de propaganda da Vale trabalha dobrado para tirar o foco das atenções de sua ofensiva contra os empregos e condições de trabalho canadenses, e dos conflitos trabalhistas causados por ela em andamento em nossas comunidades.”

“Em Voisey’s Bay, por exemplo, a Vale continua a usar fura-greves, numa disputa que já está em seu 16º mês. Pelo jeito, o compromisso da Vale com o Canadá não inclui estender aos seus trabalhadores na província de Newfoundland and Labrador — muitos deles indígenas — o mesmo acordo coletivo que negociou com seus trabalhadores na província de Ontario.”

Segundo o USW, o investimento de CA$ 10 bilhões anunciado hoje pela Vale merece ser examinado mais detidamente.

O sindicato observou que a maior parte do que foi anunciado pela Vale consiste de uma combinação de investimentos que foram impostos à empresa pelo governo e de investimentos especulativos que talvez nunca ocorram. Quando todos estes dispêndios são retirados da equação, o compromisso real da Vale de fazer novos investimentos voluntários no Canadá nos próximos cinco anos torna-se bem menor que o divulgado.

A propaganda da Vale indica que boa parte do investimento anunciado para o Canadá — pelo menos CA$ 4 bilhões — ainda não foi aprovada e, portanto, talvez não se materialize. Isto inclui a especulação em torno de uma mina de potassa na província de Saskatchewan que a Vale alega poderá custar CA$ 3 bilhões, e uma mina na província de Manitoba, que segundo a Vale poderá custar CA$ 1 bilhão.

Na realidade, o grosso do investimento que a Vale se comprometeu a fazer no Canadá consiste de dispêndios ordenados pelo governo, e não investimentos feitos por vontade própria da empresa em suas operações canadenses.

O custo de CA$ 3 bilhões associado com as novas unidades de Long Harbour, província de Newfoundland and Labrador, surgiu porque a governo provincial insistiu que as unidades fossem construídas na província. Na verdade, este requisito antecede a Vale, pois foi imposto à Inco Ltd. em troca do direito de explorar a rica jazida mineral de Voisey’s Bay.

Além disso, o investimento de entre CA$ 1,5 e CA$ 2 bilhões para melhorar os padrões ambientais nas operações da Vale em Sudbury foi determinado pelo governo provincial de Ontario, e não corresponde a melhorias voluntariamente propostas pela Vale. Na realidade, após a província ter ordenado o aperfeiçoamento ambiental, a Vale pressionou por uma extensão de cinco anos ao prazo para se adequar aos novos padrões.

As práticas ambientais da Vale resultaram numa interpelação judicial em Newfoundland and Labrador, onde a empresa planeja despejar resíduos tóxicos num lago ainda intocado, ao invés de investir num método mais custoso de gestão de resíduos.

Fonte:Jornal Sudbury Star | Noticiário Local

100 anos da Revolução Mexicana

Há cem anos teria início um dos processos revolucionários mais importantes da América Latina. A Revolução Mexicana tem sido alvo de inúmeros mitos e estigmas, em geral associados à própria imagem do país, aos seus costumes e à luta de seu povo por liberdade e justiça. Muitos se lembrarão dos desenhos animados, geralmente estadunidenses, o­nde aparecem caricatos mexicanos, com ar de bandoleiros, bandidos exploradores ou arruaceiros. Quem não se lembra do Ligeirinho, do Panchito ou do burrico Babalu? Quantas vezes vemos nos diversos meios de comunicação referências debochadas aos cantores populares — os mariachis — ou mesmo algum tipo de ridicularização de outro costume mexicano, como às tortillas ou ao sombreiro? Ao fim temos uma equivocada impressão sobre a cultura mexicana, impressão que na maioria das vezes se estende a História de luta do povo mexicano.Leia mais em kaos

Para salvas as florestas

Henrique Rattner
A taxa de desmatamento no Brasil diminuiu significativamente: 2,8 milhões de hectares da floresta amazônica foram queimados em 2004. No ano passado, foram somente 750 mil hectares. Na década passada, segundo relatório das Nações Unidas, quase oito milhões de hectares foram reflorestados, sobretudo nos países ricos como os da América do Norte e a Europa, onde a diminuição da população rural reduziu as pressões sobre as terras cobertas por florestas. Leia mais em Outras Palavras

Mulheres são destaque no V Fórum Social Pan Amazônico

“As mulheres são como as águas... crescem quando se encontram.” 

  O famoso encontro das águas em Santarém, reunindo os Rios Amazonas e Tapajós, deu o mote para o movimento de mulheres da Amazônia brasileira marcar sua participação na abertura do V FSPA. Um grande cortejo cultural, que deverá terminar na orla do Rio Tapajós, no centro da cidade estará sendo preparado e estima-se a presença de mais de cinco mil pessoas, vindas principalmente dos oito países que compõe atualmente a Pan-Amazônia. Leia mais no site do Pan-Amazônico

AL do Maranhão realiza audiência para debater risco de demissão em massa em pólo de gusa


Os caciques da mineração estão reunidos em Belém para festejar o que chamam de “sustentabilidade”.

No oeste do Maranhão, no município de Açailândia, que abriga uma parte do pólo de gusa de Carajás, a Assembléia Legislativa realiza uma audiência pública para debater o risco de demissão em massa.

Entre os convidados, representante da Vale. Será que comparecerá?   Leia mais no blog de Moura

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Jornal Ex-: a imprensa de vanguarda nos anos 70

O lançamento ocorreu no mês passado. Mas, vale  o registro pela relevância histórica.
A edição comemorativa é um trabalho conjunto da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo com o Instituto Vladimir Herzog, que reúne 20 exemplares em fac-símile da publicação, as 16 edições que foram exibidas em bancas e uma especial inédita que à época foi censurada e não pôde circular.Leia a matéria de José Reinaldo Marques na ABI

O Pará na Rolling Stone

Greenpeace

Não se trata de pauta de alguma inovação musical que mescle sonoridades locais com recursos eletrônicos. O tema reside numa situação antiga: a disputa pelo território e os recursos lá existentes.

A situação em foco é a gleba de Nova Olinda, no oeste do estado.  A matéria é assinada pelo jornalista Felipe Milanez. É a segunda incursão da publicação sobre as situações e conflito no Pará.

A matéria em questão foi publicada na edição derradeira, a que tem o ator Wagner Moura na capa. A reportagem as situações de tensão na disputa pela madeira na região do rio Arapiuns, que coloca em oposição comunidades consideradas tradicionais e madeireiros.  

Leia a matéria AQUI


Mineração na Amazônia - grandes empresas fazem encontro em Belém


Começou hoje em Belém, no Hangar Centro de Convenções, o II Congresso de Mineração da Amazônia. Ironia das ironias, o tema do evento é a “natureza sustentável da indústria mineral”.  

Tudo parece não passar de mero marketing verde. A cadeia produtiva da mineração é indutora de desmatamento, trabalho escravo e degradação ambiental. Pressiona territórios de comunidades tradicionais : quilombolas, indígenas, ribeirinhos e reservas ambientais. Polui e destrói nascentes, furos e rios.

Os projetos de reassentamento não garantem as condições econômicas, sociais e culturais das comunidades afetadas. No caso do Pará, a Lei Kandir isenta o recolhimento de impostos. Nos tratados da economia a atividade é considerada como enclave. Em outras palavras, não dinamiza a economia local.

O Estado é o principal indutor da atividade. No caso da extração de bauxita em Juruti, cabe ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) o financiamento para a empresa estadunidense Alcoa.  

A atividade antes centralizada na região de Carajás, que abriga a maior mina de ferro de mundo, tem transbordado para outros municípios. A Vale mantém a hegemonia. No município de Marabá ergue uma empresa que visa dinamizar a cadeia de produção de ferro.

No primeiro semestre um coletivo internacional organizou o primeiro encontro internacional de atingidos pela Vale, uma das maiores empresas do setor. O encontro apresentou uma série de documentos de diferentes partes do mundo.

Quando da abertura do I Congresso em 2008, também realizado em Belém, 51 pessoas foram libertas da condição de trabaho escravo em carvoaria no sudeste do Pará.

O carvão alimenta as empresas de gusa no Pará e no Maranhão.

16ª edição do Curso de Comunicação do NPC começa na quarta


O ativista paquistanês Tariq Ali é umas das atrações internacionais
O curso de comunicação do Núcleo Piratininga Alcança a sua 16 edição.  Creio que seja o mais importante evento de comunicação do campo democrático do país.  O evento ocorre no Rio de Janeiro entre os dias 24 a 28 de novembro.  

O mesmo possibilita a reunião de intelectuais com produção reconhecida na academia e fora dela. Os debates gravitam em torno da construção de uma cultura de contra-hegemonia no cenário de comunicação do Brasil e na América Latina.  

Outras pessoas da academia e de demais campos protagonizam o evento. Entre eles o grupo de Teatro da Favela da Maré, cineastas, cantores, como o MC Marcinho e de movimentos sociais, em particular o MST.

Venício Lima, José Arbex, Denis de Moraes e Altamiro Borges são algumas das figuras carimbadas.  Veja a programação AQUI

Energia – mitos que custam caro, artigo de Washington Novaes

É preciso prestar atenção ao estudo que acaba de ser divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (Estado, 11/11), segundo o qual a indústria brasileira pode economizar 25% da energia que consome, a começar pela indústria siderúrgica, seguida pelos setores de cerâmica, química, papel e celulose e cimento. Artigo publicado no Estadão replicado pelo Ecodebate

domingo, 21 de novembro de 2010

Exposição revela olhar fotográfico de Darcy Ribeiro

Antropólogo, educador, escritor e político, Darcy Ribeiro (1922-1997) também deixou uma importante contribuição como fotógrafo, embora nunca tenha pretendido ser um profissional dessa área. Ao longo dos anos em que se dedicou à antropologia, produziu milhares de fotos das tribos indígenas que estudou em seus trabalhos de campo. Uma seleção desse acervo poderá ser vista na exposição O Olhar Precioso de Darcy Ribeiro, que será inaugurada amanhã (22), às 19h, na Caixa Cultural Rio de Janeiro. Leia a íntegra na EBC